Uma vida inteira dedicada ao transporte de diferentes tipos de cargas a bordo de caminhões Scania. Ser caminhoneiro
está no sangue do paranaense Ismael Lazarino, de 62 anos, que seguiu a profissão inspirado no irmão mais velho,
Mateus, hoje já falecido. Lazarino começou a pegar estrada com 18 anos de idade, no final da década de 70. Em 1983,
montou, junto com o irmão, uma empresa de transporte de carga em Cubatão, no litoral de São Paulo. Com frota 100%
Scania, a transportadora prestava serviço para a Cosipa, da Usiminas, em Minas Gerais. “Eu sempre fui fã da marca.
Scania é o melhor caminhão para dirigir e trabalhar. Ele é forte, prático, não te deixa na mão. Na minha empresa, eu
tinha 12 veículos Scania, entre eles o 59, o 62, o 74, o 75, o 79, o 111 e o 113. Era perfeito para transportar
chapa e bobina na época em que trabalhávamos para a Cosipa”, destaca Lazarino.
Após quase dez anos, Lazarino e o irmão decidiram encerrar a empresa e seguir como autônomos - e, claro que, nesses
últimos 35 anos, todos os caminhões foram Scania, sendo que nos últimos 22, o motorista se manteve com o mesmo, o T
124 360. “Eu peguei este caminhão zero quilometro, já rodei o Brasil e mesmo depois de mais de 20 anos, ele continua
como novo, com as peças originais. Scania é perfeito para o autonômo”, afirma Lazarino. Hoje, o motorista transporta
mais próximo de casa, no interior e litoral de São Paulo, e a paixão continua a mesma. “Tenho tanto carinho com meu
Scania que tem que tirar o sapato para entrar nele, tenho mais ciúme do que da minha esposa”, brinca Lazarino.
Paixão é legado
O legado de caminhoneiro e de amor à marca se estendeu à toda a família. O filho e o sobrinho, também criado como
filho, são motoristas e adivinha a marca preferida deles? Scania. “Meu filho foi criado dentro do Scania, ajudava o
pai com a limpeza, manutenção e no que precisasse. Então, não tinha como ser diferente”, revela Luciana Lazarino,
esposa de Ismael e também uma apaixonada por Scania.
A admiração é tão viva e verdadeira dentro dessa família que quando o filho se casou, em 2006, a nora fez questão de
ir para a igreja no caminhão xodó do sogro, o T 124 360. “Fiquei muito orgulhoso com a atitude dela, porque tudo que
a gente tem é graças à Scania”, afirma Lazarino.
Nesta jornada como caminhoneiro, muitas histórias aconteceram com Lazarino. Além de levar a nora para a igreja a
bordo do caminhão Scania, nessas andanças da vida ele levou a vizinha para a maternidade para ganhar a filha, que
hoje está uma moça. “Minha vida é assim, feita de histórias construídas junto com a Scania”, finaliza Lazarino.
Foi a bordo do Scania 124 de Ismael que a nora chegou ao seu casamento