A marca Scania é admirada por sua potência e conforto para quem está no dia a dia da estrada. Mas não é só do lado
de dentro da boleia que os profissionais que vivem por trás do volante se realizam e se desenvolvem. Alguns
motoristas vão além e atuam também na manutenção de caminhões – o que faz o encanto pela marca ser cada vez maior.
Foi exatamente o que aconteceu com o curitibano Dione Magui Assumpção Galdino, um motorista autônomo apaixonado por
Scania que aumentou ainda mais a sua admiração quando começou a conhecer os veículos da marca por dentro e por fora
e a constatar o quanto a manutenção é muito fácil, quase não trazendo nenhum problema para o motorista.
Para contar esta etapa da vida do Dione vamos falar da sua trajetória como caminhoneiro. Em 1995, Dione, ainda com
15 anos, começou a frequentar o Ceasa de Curitiba que ficava perto da sua casa. “Sempre achei bonito caminhão e a
liberdade que ele traz, então ficava namorando os veículos e pensando que quando eu tivesse 18 anos tiraria carta e
começaria nesta profissão”, explica.
Ele é o primeiro e único da família a trabalhar nesta área, como motorista, e conta que no início carregava e
trabalhava para outras pessoas e outras marcas. Foi só em 2008 que ele começou a ter Scania. “Eu tive um 113 e de lá
pra cá, somente Scania: passei pelo série 4, série 5 até chegar ao da Nova Geração em 2020, um R450, teto alto,
produzido com todos os detalhes que eu sempre quis”, revela.
Vida na boleia
A vida do curitibano é bem corrida. Para sair de sua cidade natal, Dione puxa o caminhão carregado de produtos
siderúrgicos – bobina de aço – para levar a diversas empresas do Brasil e na volta traz soja ou milho para o porto
de Paranaguá, no Paraná. Esta é a sua rotina há mais de 20 anos. Mas em 2018, precisou parar um pouco para dar
atenção a questões particulares. “Eu pensei até em vender o caminhão, mas minha família não deixou, porque é um
esforço da vida toda. Foi então que um amigo começou a dirigir para mim e eu comecei a ajudar um vizinho na
manutenção dos seus 50 caminhões. Aí fechou com chave de ouro tudo que eu já sabia da Scania. Fiquei um ano na
manutenção vendo de perto o quanto a mecânica do Scania é melhor”, afirma. E brinca: “quem compra de outra marca é
louco”.
Depois deste período, ele voltou a dirigir, desta vez um modelo G 420, que inclusive tem tatuado nas costas. “A
minha trajetória de vida foi de muito trabalho para a conquista de todos os caminhões que eu tive até chegar na Nova
Geração, então quis deixar registrado na minha pele”, diz. A Scania também faz parte das celebrações pessoais do
caminhoneiro. Ele possui um neto de um ano de idade, o Arthur, e o baby born (sessão de fotos de bebês
recém-nascidos) foi feito em meio às miniaturas da marca que ele coleciona com muito carinho.
Os aniversários do Dione também são marcados por surpresas que envolvem a Scania. Na comemoração dos seus 40 anos,
as filhas encomendaram um bolo que tinha caminhão e estrada e, no de 41, elas se superaram: mandaram preparar um
bolo com todos os detalhes do caminhão da Nova Geração igual ao do Dione. “As minhas duas filhas e a minha esposa
amam caminhão e o universo Scania, por isso prepararam essas surpresas para mim. Quando comprei o caminhão da Nova
Geração fiz surpresa, minhas filhas não sabiam. Quando cheguei em casa com ele, elas começaram a chorar de emoção.
Scania é isso. É uma mistura de sentimentos: amor, alegria, trabalho e gratidão”, finaliza.