A Scania deu mais um importante passo em sua jornada de sustentabilidade
no transporte e acaba de entregar à Transvale 10 novos caminhões
movidos a gás e/ou biometano.
Os veículos, na configuração rodotrem caçamba de 47 toneladas, irão operar
na chamada Rota Verde, uma rota logística estruturada para reduzir
emissões no escoamento da produção sucroenergética, coNectando energia renovável, transporte rodoviário e logística multimodal.
A chegada dos veículos marca o início prático de uma operação que vinha
sendo construída ao longo dos últimos anos por diferentes empresas que
compartilham o mesmo direcionamento estratégico: tornar o transporte mais
eficiente e menos dependente de combustíveis fósseis.
O projeto está ligado ao investimento de R$ 250 milhões da
São Martinho
na produção de biometano a partir da vinhaça, subproduto do processo de
fabricação do etanol. A iniciativa amplia o papel da cana-de-açúcar na
matriz energética nacional, transformando resíduos industriais em uma nova
fonte de energia renovável.
“Estamos falando de uma nova fonte de energia sustentável e economicamente viável. Ela gera competitividade para quem produz, para quem transporta e para o país.”
Ivo Ilário Riedi Filho, CEO da Transvale
Energia limpa no transporte
A Rota Verde funcionará da seguinte maneira: a
São Martinho
produz o biometano a partir da vinhaça; a
Necta
oferta a infraestrutura para distribuir esse combustível; os caminhões da
Scania serão utilizados no transporte de açúcar das unidades produtoras
até os pontos de transbordo; e, após o trecho rodoviário, a operação segue
de forma multimodal com a participação da Rumo, responsável pelo
transporte ferroviário até o Porto de Santos.
Assim, a energia gerada no campo passa a abastecer diretamente o
transporte pesado, criando uma cadeia integrada do início ao fim. Esse
modelo reforça que a sustentabilidade no transporte não depende de um
único elo, mas da atuação conjunta de empresas que enxergam a
sustentabilidade como fator estratégico
“Estamos falando de uma nova fonte de energia sustentável e economicamente
viável. Ela gera competitividade para quem produz, para quem transporta e
para o país”, afirma Ivo Ilário Riedi Filho, CEO da Transvale.
Para a Scania, participar de projetos como esse reforça seu posicionamento
como
parceira dos clientes na transição energética, oferecendo soluções que permitem reduzir emissões no transporte de
forma consistente e rentável, alinhada às demandas reais da operação.
Tecnologia com viabilidade
Vale lembrar que os caminhões Scania
movidos a gás natural e biometano
foram desenvolvidos para atender operações de médias e longas distâncias,
com motores Ciclo Otto projetados originalmente para esse tipo de
combustível — não convertidos do diesel — e com garantia de fábrica.
Disponíveis nas potências de 280, 340, 420 e 460 cavalos, eles oferecem
força, confiabilidade e desempenho consistentes, além de operação mais
silenciosa e menor impacto ambiental.
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